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10 automações para empresas do mercado imobiliário.

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Startups associadas à Ademi-PR oferecem soluções tecnológicas que vão desde o planejamento até a visita ao imóvel

Aumento de 180% em construtechs e proptechs no Brasil, nos últimos três anos. Essa é uma das principais constatações do mapa 2020 da Terracotta Ventures, primeira empresa de venture capital na América Latina focada em investimento em construtechs e proptechs, que destaca as principais startups do mercado imobiliário. Segundo a publicação, são 172, no total.

 

10 automações para empresas do mercado imobiliário

O CEO da Terracotta Ventures, Bruno Loreto, destaca o fortalecimento da tendência do real estate e service, empresas que focam em prover moradia com experiência do cliente e serviço agregado. “Além disso, começamos a ver mais empresas focadas em inteligência de dados, caminhando para a melhora da tomada de decisão com base em algoritmos inteligentes”, observa.

O mapa das construtechs e proptechs da Terracotta Ventures no Brasil, em 2020, mostra ainda que o Paraná é o 3º Estado com o maior ecossistema de startups na categoria (63 no total), atrás apenas de São Paulo (293 startups) e de Santa Catarina (83 startups).

O presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), Leonardo Pissetti, comenta que a pandemia acelerou o ritmo de inovação e informatização das empresas do mercado imobiliário, para que continuassem a atender os clientes e fechar negócios de forma remota, em função do isolamento.

“Essas melhorias são permanentes. Acreditamos que, num cenário pós-pandemia, teremos um modelo híbrido, em que atendimento pessoal e virtual passarão a ser indissociáveis e complementares”, prevê.

A Ademi-PR conta com uma categoria dedicada à associação de startups que atuam no mercado imobiliário. Confira as soluções em automação que elas oferecem para as empresas:

Avalion:

Permite a consulta e criação de laudos de avaliação imobiliária personalizados por corretores de imóveis, imobiliárias e pessoas físicas.

Cyclefy:

Atua na coleta de resíduos de condomínios em Curitiba. No site, é possível simular uma estimativa da economia real por ano, usando o serviço.

DWV:

Aplicativo para as construtoras disponibilizarem os materiais de seus empreendimentos e imóveis de terceiros (revendas) para uso exclusivo do corretor de imóveis.

Firefly:

Oferece serviço de chatbot para site, Facebook e Telegram a imobiliárias, corretores autônomos, construtoras e incorporadoras, com integração ao CRM e funil de vendas.

Imóvel Periciado:

Utiliza a inteligência artificial para a análise da documentação imobiliária, tanto do imóvel, quanto dos responsáveis por ele, de modo simples, fácil e seguro.

Isket:

Startup de inteligência de dados para a incorporação imobiliária, que desenvolve estudo de viabilidade e prospecção de terrenos.

Heelp:

Startup especializada em reparos e manutenções periódicas, com centenas de prestadores de serviço selecionados e certificados.

Realsmart:

De forma terceirizada, oferece a gestão inteligente de toda a área comercial de pequenos e médios incorporadores e permutantes.

Sheep House:

Oferece serviços de fotografia profissional, captação com Drone, filmagem e tour 360° para o mercado imobiliário.

Visitown:

Plataforma de visitas à distância que permite explorar imóveis e lugares ao vivo, por videochamada.

Fonte: Gazeta do Povo

 

 

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Avaliação de Imóveis: quais cuidados o avaliador precisa ter?

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Nos últimos anos, a avaliação imobiliária vem recebendo uma atenção que, até então, não existia. A partir da Resolução 1.066/2007, o corretor de imóveis passou a ter a possibilidade de prestar um novo serviço e, assim, gerar mais renda para si. 

Junto com o novo cenário, surgiram os novos desafios, fazendo com que o profissional busque preparo e entendimento de qual o método correto para utilizar na elaboração do seu trabalho, seja um Laudo, Análise ou Opinião de Mercado. 

O avaliador deve ter para si princípios fundamentais como a empatia. O olhar para o outro, entendendo as suas necessidades e expectativas; entender para atender, nos aproximando ainda mais do cliente, e observar os detalhes do que está sendo avaliado, para que as pesquisas no mercado fiquem ainda mais fáceis de serem realizadas. 

Uma vez feito o levantamento de todas as informações, o próximo passo é inseri-los em seu trabalho. Isso faz com que, quem o contratou ou está contratando, saiba que você olha para a situação com olhos de quem está preocupado e atento a tudo que está acontecendo ao seu redor. 

Outro ponto importante é a entrega do seu trabalho, que deve ser didática, de fácil leitura e entendimento. Não basta apenas quantidade, mas sim um conjunto de todos estes pontos para que, o seu cliente entenda o trabalho de forma fácil.

O Corretor de Imóveis é um gerador de conteúdo, pois vive o mercado e sabe de tudo que acontece nele. Portanto, Corretor, valorize o seu trabalho! Entregue tudo com muito profissionalismo e excelência, baseado em dados e pesquisas e, claro, todo seu conhecimento.

Paulo Roberto de Oliveira – CEO do Avalion    

www.avalion.com.br

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A maior parte dos brasileiros mora principalmente em casas e em imóveis próprios, já pagos!

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Você sabia que, a maior parte dos brasileiros mora principalmente em casas e em imóveis próprios, já pagos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua 2019, divulgada hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As casas representam 85,6%, o equivalente a 62 milhões de moradias no país. A maior parte dos lares é própria e quitada, o equivalente a 66,4%, ou 48,1 milhões.

Além das casas, são cerca de 10 milhões de apartamentos no país, o equivalente a 14,2%. Já as casas de cômodos, cortiços ou cabeça de porco são 126 mil, o equivalente a 0,2%. Entram nessa classificação, por exemplo, moradias onde as pessoas utilizam o mesmo ambiente para diversas funções como dormir, cozinhar e trabalhar.

A maior parte desses imóveis é de algum dos moradores e já está quitado. Outros 6,1%, ou 4,4 milhões, são próprios, mas ainda estão sendo pagos. Os imóveis alugados representam 18,3% das moradias, o equivalente a 13,3 milhões, e os cedidos, 8,9%, ou 6,4 milhões.

O maior percentual de domicílios já pagos em relação ao total está no Norte, com 74,1% dos lares, e no Nordeste, com 73,6%. Já os alugados estão principalmente nas regiões Sudeste, com 20,8%, e Centro-Oeste, com 23%.

A pesquisa mostra que entre 2016 e 2019, a Região Sudeste, que passou de 65,1% para 62,3%, e a Centro-Oeste, de 61,5% para 57,6%, tiveram as maiores retrações dos domicílios próprios já pagos, “o que levou ao crescimento de outros tipos de ocupação, principalmente de alugado no Sudeste e próprio, ainda pagando, no Centro-Oeste”, diz a pesquisa.

A média de moradores mantém-se praticamente constante em relação a anos anteriores. No país, em cada domicílio moram, em média, 2,9 pessoas. A maior média regional é na Região Norte, com 3,3 pessoas por habitação.

De acordo com os dados do IBGE, o Sudeste concentra a maior parte da população, 42,2%. Em seguida, aparecem a Região Nordeste, com 27,2%; o Sul, com 14,3%; o Norte, com 8,6%; e a Região Centro-Oeste, com 7,7%. De acordo com o IBGE, em relação a 2012, não foram observadas oscilações importantes da distribuição populacional do país.

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Corretor você pode vender imóvel da união

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A participação no leilão é feita pelo Portal de Imóveis da União. No ambiente, os bens podem ser filtrados por valor ou, ainda, pela localização por estado ou município. Há, ainda, a avaliação, identificação do respectivo edital e mapa com localização. 

Para participar da concorrência pública, o interessado deverá fazer o credenciamento prévio no Portal Gov.br, realizando login com nome e senha no acesso gov.br. Depois disso, basta apresentar sua proposta, que deve ser igual ou superior ao preço de avaliação do imóvel. A partir de então, o interessado se torna um licitante e passa a receber informações de como proceder durante concorrência virtual. Para ser habilitado, deverá ser feita uma caução correspondente a 5% do valor de avaliação da propriedade.

Entretanto, será desclassificada proposta de pessoa física que não esteja com o CPF regular; possua sanção que impeça a participação em licitações ou a contratação com o Poder Público; e exerça, mesmo que transitoriamente ou sem remuneração, cargo, função ou emprego público no Ministério da Economia; ou que possua qualquer outro vínculo de natureza trabalhista com o Ministério da Economia.

No caso de pessoa jurídica, serão desclassificadas aquelas que não tenham certidão Negativa de Débitos Relativos aos Tributos Federais e à Dívida Ativa da União; estejam com CNPJ inaptas, suspensos, nulos ou baixados; e possuam sanção que impeça a participação em licitações ou a contratação com o Poder Público.

De acordo com a nova legislação, corretores também poderão auxiliar o governo na venda dos imóveis, mas essa hipótese só será possível depois de duas tentativas frustradas de venda.

É a licitação deserta ou fracassada, permitindo a venda direta. O ambiente que tratará dessa forma de aquisição ainda está sendo construído. A previsão é de que esteja em funcionamento até o final do ano. 

Fonte: Serpro

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REVITALIZAÇÃO DE PRÉDIO ICÔNICO NO CENTRO DE CURITIBA VAI ABRIGAR APARTAMENTOS DECORADOS APÓS 20 ANOS INATIVO

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(Reinaldo Bessa) – 15/07/20 – Por incorporacaoimobiliaria.com

Quem já passou pela Praça Tiradentes, no Centro de Curitiba, com certeza já avistou o edifício triangular Miguel Calluf, localizado na esquina da Avenida Marechal Floriano Peixoto com a Rua Cândido de Leão. O prédio, que faz parte do patrimônio histórico de Curitiba, já abrigou os hotéis Lord Hotel, nos anos 50, e depois o Hotel Eduardo VII nos anos 90. Agora, após cerca de 20 anos inativo, será reformado e restaurado e com um novo nome, Viva Curitiba. A paranaense VR Investimentos está à frente da iniciativa, em fase de pré-lançamento, que irá oferecer formatos variados e flexíveis de participação para investidores.

O edifício, de 23 andares, que faz parte de uma Unidade de Interesse de Preservação (UIP), terá intervenções sutis na estética, respeitando a arquitetura original. Segundo o estudo dos restauradores, alguns ambientes foram modificados ao longo dos anos, como o pavimento térreo, reformado em 1973, mas o acervo de mobiliário original permitirá recompor a ambientação de alguns espaços como eram anteriormente.

O Viva Curitiba vai abrigar apartamentos decorados e espaço de convivência em todos os andares, além de espaços de co-living, restaurante e café. A startup Housi será responsável pela gestão de 144 unidades e também das áreas comuns do prédio. A empresa funciona como uma plataforma de gestão e administração com foco no público investidor, que busca por alta rentabilidade por meio de locações residenciais, e também como um serviço de moradia digital para o público final, que procura um imóvel pronto, mobiliado e sem burocracia para alugar.

Marco na capital paranaense
Inspirado no Flatiron Building, primeiro arranha-céu de Nova York, o edifício curitibano com linhas Art Déco foi inaugurado em 1954 para abrigar o Lord Hotel, o mais importante da cidade na época, com 180 apartamentos. A iniciativa foi do empresário libanês Miguel Calluf, com projeto do engenheiro Ralf Leitner. O então governador Bento Munhoz da Rocha estimulava obras que representassem a modernidade da capital, em comemoração ao centenário da emancipação política do Paraná.

“Ensolarado, com amplas janelas e vista única da praça, considerada o marco zero da cidade, o empreendimento foi construído com o que havia de melhor na época, com materiais e equipamentos importados dos Estados Unidos e todo o luxo para receber celebridades e oferecer os maiores bailes de gala da cidade”, conta Luiz Fernando Antunes, diretor da VR Investimentos.

Trinta anos depois, o edifício passou a ser administrado por um grupo português e chamado de Eduardo VII, como ficou mais conhecido. Nos anos 2000 teve suas atividades paralisadas e foi mantido fechado e intacto pelo atual proprietário.

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Caixa anuncia inclusão de custos de cartório e ITBI em financiamentos da casa própria

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A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (2) a inclusão das custas cartoriais e despesas de ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) nos financiamentos de imóveis feitos no banco. Essa medida vale para todas as operações residenciais com recursos do FGTS e, nas operações com recursos da poupança (SBPE), para imóveis com valor de avaliação de até R$ 1,5 milhão.

Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, em abril, foram assinados 3 mil contratos pilotos incluindo as taxas de cartórios nos empréstimos e, a partir desta quinta, está liberado para todas as famílias.

Atualmente, o custo médio para registro do imóvel nos cartórios varia de 2% a 5% do valor da unidade conforme a região, e essas taxas são pagas pelo próprio cliente nos trâmites de registro do contrato de financiamento habitacional, segundo a Caixa.

O limite de financiamento dessas taxas será de 5% sobre o valor financiado para financiamentos contratados com recursos SBPE e de 4% com recursos do FGTS.

“O valor total do contrato do cliente (valor relativo à compra do imóvel + financiamento das custas cartorárias e ITBI) deve estar dentro dos limites aprovados, observando-se sua capacidade de pagamento e o valor máximo permitido para o programa em que ele se enquadra”, informou a Caixa em nota.

A Caixa calcula que a liquidez gerada pela medida por aliviar esse custo para as famílias ao incluírem essas taxas no próprio financiamento habitacional será de R$ 400 milhões por mês e R$ 5 bilhões por ano.

Segundo Guimarães, já houve adesão de cartórios de 14 estados. “Vamos acelerar porque vai ser uma demanda da sociedade e certamente novos cartórios vão aderir, e até outros bancos implantarão a medida”, disse.

Ainda de acordo com o presidente da Caixa, as agências estão prontas para fazer os financiamentos incluindo as custas cartoriais.

Registro eletrônico de escrituras

Outra medida anunciada foi o registro eletrônico de escrituras para contratos pessoa física de empreendimentos financiados na Caixa, que será realizado de forma eletrônica com troca de arquivos de dados estruturados entre o banco e o respectivo Cartório de Registro de Imóveis. A adesão ao novo registro será possível a partir de 13 de julho. O registro eletrônico dispensará a necessidade de recebimento do contrato físico pelo cartório.

O processo se dará por meio da Plataforma Centralizada do Colégio do Registro de Imóveis, habilitada inicialmente para a participação das demais Centrais de Serviços Eletrônicos Compartilhados dos Estados e do Distrito Federal, que funcionarão de forma padronizada.

De acordo com a Caixa, a medida permitirá acelerar o registro das operações, que antes levava em torno de 45 dias e agora poderá ser finalizado, em média, em 5 dias.

Medidas para construtoras

O pacote anunciado trouxe ainda a flexibilização da comercialização mínima de 30% para 15% para novos empreendimentos das empresas. O objetivo é fomentar o mercado imobiliário para lançamento de novos empreendimentos.

As outras medidas são a possibilidade de contratação da produção de empreendimentos sem exigência de execução prévia de obras e de destinação dos recursos provenientes das vendas das unidades habitacionais para pagamento dos encargos mensais.

A expectativa da Caixa é contratar 1.280 novos empreendimentos, o que representa 156 mil novas moradias e 485 mil empregos diretos e indiretos.

Pausa nas prestações

A Caixa já havia divulgado em maio o aumento da pausa para 4 meses no financiamento habitacional para clientes com até duas parcelas em atraso, além do prazo de carência de 6 meses para contratos de financiamento de imóveis novos e a renegociação de contratos com clientes em atraso entre 61 e 180 dias, permitindo pausa ou pagamento parcial das prestações.

Até o momento, mais de 2,4 milhões de mutuários solicitaram a pausa na prestação habitacional. Durante o período de pausa, o contrato não está isento da incidência de juros, seguros e taxas. Os valores dos encargos pausados são acrescidos ao saldo devedor do contrato.

Outros 26 mil novos contratos com carência de 6 meses para a 1ª prestação foram fechados, segundo a Caixa.

Crescimento nos financiamentos

Guimarães anunciou o crescimento das contratações de financiamentos para casa própria entre janeiro e junho, em meio à pandemia. O volume foi 22% superior na liberação de crédito em relação a mesmo período de 2019 – de R$ 39,61 para R$ 48,21 bilhões. Somente em junho, foram liberados R$ 11,1 bilhões para financiamentos habitacionais.

O banco passou a ter 41% na participação no mercado do crédito imobiliário no país com recursos da poupança – aumento de 78% em relação a 2019, no período de janeiro a maio.

“Muita gente aproveitou o preço menor e a facilidade da carência de 6 meses. Foram os melhores meses dos últimos 4 anos”, disse Guimarães.

Fonte Portal G1

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Com novo corte, Copom reduz taxa básica de juros a 2,25% ao ano

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Com a piora do cenário econômico em meio a pandemia da Covid-19, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, na última quarta-feira (17), reduzir mais uma vez a taxa básica de juros. Com o oitavo corte consecutivo, a Selic atinge nova mínima histórica, passando de 3% ao ano para 2,25% ao ano.

A Selic serve como base para o cálculo dos juros das diferentes modalidades de crédito oferecidas pelos bancos e demais instituições financeiras do país. Com o novo valor a tendência é de que o Brasil entre em um cenário com juros reais negativos, como Japão, Indonésia, Argentina, Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido.

O comunicado ainda completa que, para as próximas reuniões, “o Comitê vê como apropriado avaliar os impactos da pandemia e do conjunto de medidas de incentivo ao crédito e recomposição de renda, e antevê que um eventual ajuste futuro no atual grau de estímulo monetário será residual.”

A taxa Selic é a principal ferramenta do BC para controle da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No cenário híbrido que utiliza câmbio fixo e juros do mercado financeiro, o Copom alterou sua projeção para o IPCA em 2020 de 2,3% para 2%. O valor é abaixo do piso da meta, que, neste ano, tem centro em 4%, com tolerância 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, podendo variar de 2,5% a 5,5%.

Para o Copom, se o nível de ociosidade do país pode levar a inflação a ficar ainda mais baixa do que o esperado. “Esse risco se intensifica caso a pandemia se prolongue e provoque aumentos de incerteza e de poupança precaucional e, consequentemente, uma redução da demanda agregada com magnitude ou duração ainda maiores do que as estimadas”.

No início desta semana, o relatório semanal do BC Boletim Focus,  que reúne as expectativas do mercado financeiro para os principais indicadores macroeconômicos, trouxe a expectativa de uma Selic a 2,25% até o fim de 2020 e uma inflação de 1,60%.

Para o mercado imobiliário, significa que os juros para compra de imóveis estão menores e investidores devem aproveitar o momento.

Fonte: CNN Brasil

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CARTA AOS CORRETORES DE IMÓVEIS DO BRASIL

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Ilustres Colegas,

Ainda em 1988, quando eu era Diretor Secretário do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI), sob o comando do saudoso Presidente Waldir Francisco Luciano, iniciamos contato com a Secretaria do Patrimônio da União, no intuito de obter autorização legal para que os imóveis da União, alugados ou em desuso, pudessem ser vendidos diretamente com a intermediação dos Corretores de Imóveis. Desde então, nunca desistimos dessa luta.

Hoje, finalmente, vimos consagrado nosso esforço com a sanção da Lei nº 14.011, de 10 de julho de 2020, cuja transcrição do que mais nos interessa segue abaixo. É motivo de comemoração! Especialmente num momento em que todos estamos fragilizados em nossas rendas por conta dos reveses trazidos pela pandemia do COVID-19. O esforço é de todos nós, mas alguns destaques são necessários.

Desde a instituição do atual governo federal, nosso Conselheiro Aurélio Cápua Dallapícula, CRECI/ES, e a atual Presidente da Federação Nacional dos Corretores de Imóveis (FENACI), Lucimar Alves Elias, vêm trabalhando pela causa. Em 24/10/2019, reunimo-nos com o Gal. Wagner Gonçalves, Superintendente do SPU/DF.

Em 23/12/2019, reunimo-nos no Ministério da Economia com o Secretário Adjunto da SPU, Gal. Mauro Filho, com José Augusto Viana, VP do COFECI, Aurélio Dallapícula e Lucimar Elias. Resultado: inclusão no texto da MP 915 da autorização para que pudéssemos intermediar a venda direta dos imóveis da União e as avaliações pudessem ser feitas por Avaliadores inscritos no CNAI (infelizmente, excluída pelo Congresso). Por várias vezes, reunimo-nos na sede da SPU e no Ministério da Economia. Por isso, louvamos o esforço desses valorosos colegas.

Louvamos também o esforço do Deputado Federal Laércio Oliveira, Presidente de nossa Frente Parlamentar, que promoveu reunião com o MinistroChefe da Secretaria de Governo,Gal. da reserva Luiz Eduardo Ramos e o próprio Presidente Jair Bolsonaro, com a presença do Conselheiro Aurélio Dallapícula, quando consolidamos o apoio governamental ao nosso pleito. Nossos agradecimentos a essas nobres autoridades.

Mas a luta não acabou. Ainda trabalhamos para que as avaliações possam ser feitas por Avaliadores inscritos no CNAI e temos, ainda, de firmar o convênio de cooperação com a Secretaria do Patrimônio da União, da mesma forma com que firmamos com a CAIXA. A venda direta, de acordo com a lei, só pode ser disponibilizada depois de frustradas duas tentativas de venda por meio de concorrência ou leilão público.

Concluímos agradecendo a Deus e parabenizando a toda a Diretoria e Conselheiros do COFECI, assim como aos Presidentes, Diretores e Conselheiros Regionais que, na medida da possibilidade de cada um, contribuíram para a consecução de nossos objetivos comuns.

Respeitosamente.

João Teodoro da Silva

Presidente – Sistema Cofeci-Creci – junho/2020

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Avalion: solução online em crescimento na crise

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O isolamento social adotado por parte da população, em função da pandemia do coronavírus, fez com que alguns serviços on-line ganhassem ainda mais espaço. Empresas paranaenses de tecnologia conseguiram, em poucos meses, um elevado avanço no número de usuários ao oferecerem soluções que se mostraram essenciais. Facilidades como plataformas de estudo, aplicativos de consultas médicas e avaliação interativa de imóveis chegaram a dar um salto de quase 400% na procura. Especialistas afirmam que em um cenário de pós-pandemia, negócios que se mostrarem com qualidade vão permanecer em alta.

Assim que surgiram as primeiras orientações para que a população evitasse sair de casa, em março, por conta da Covid-19, novas formas de contratar serviços passaram a ser mais exploradas. Com isso, o mercado de tecnologia mostrou estar pronto a atender demandas, então, não percebidas por muitas pessoas, como explica Rafael Tortato, coordenador estadual de startups do Sebrae/PR.

“Esse crescimento por serviços digitais não aconteceria tão rápido se não fossem as necessidades percebidas durante a pandemia. O ‘novo normal’ trouxe uma percepção diferente aos consumidores e as startups estavam prontas para suprir essas demandas”, pontuou.

Felipe Couto, gerente de Inovação e Produtividade do Sistema Fiep, lembra que diversas ferramentas tecnológicas já existiam, mas somente agora ganharam espaço. “O Zoom já existe há muito tempo, mas agora a ferramenta precisou ser amplamente usada porque as pessoas estão trabalhando mais de casa. A pandemia deixou latente o movimento de transformação para o digital das empresas e da sociedade”, detalhou.

Foi o que aconteceu com a Avalion. A startup possibilita a elaboração de pesquisas e laudos de avaliação imobiliária de forma totalmente virtual. De fevereiro para março, a busca por opiniões de mercado subiu de 205 para 221 (7,8%); as análises mercadológicas tiveram crescimento de 68 para 179 (163,2%) no mesmo período e o número de laudos de avaliação passou de 29 para 75 (158,6%).

Preparadas para o pós-pandemia

Ainda que as empresas de tecnologia já estivessem prontas para as mudanças, segundo os especialistas, o momento também exigiu adaptação de companhias que não eram 100% digitais. “Em um cenário de cinco anos, com ou sem pandemia, empresas que não migrarem para soluções digitais tendem a morrer. Apenas com o uso de plataformas elas poderão ser rentáveis e poderão ganhar mercado”, disse Couto.

O coordenador do Sebrae/PR alerta que, apesar do crescimento exponencial das empresas paranaenses de tecnologia, apenas aquelas que se mostrarem realmente úteis devem permanecer. “A pandemia trouxe diversas soluções com rápido crescimento, mas apesar de toda essa aceleração, o mercado vai, aos poucos, fazer a validação do que realmente ‘fica’. O estado do Paraná está em processo para ser um celeiro startups, com muitas iniciativas de qualidade. Estamos com boas perspectivas de evolução”, finalizou Tortato.

Fonte: Tribuna

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O poder do conteúdo do corretor de imóveis

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Que tempos estamos vivendo, não é mesmo? Há alguns meses, estávamos agendando uma reunião com apertos de mão, abraços e um bom café compartilhado! Contudo, devido ao cenário mundial, tivemos que nos readaptar e enfrentar uma nova realidade.

As pessoas sempre me falavam ­­sobre “produção de conteúdo”, mas eu ficava me perguntando: como iria encontrar tempo e informações para produzir conteúdo e disponibilizar tudo isso? Porém, observei durante este período de isolamento que o corretor de imóveis é puro conteúdo!

Nas páginas de mercado imobiliário, há uma enorme quantidade de informação sendo liberada diariamente, e são os próprios corretores de imóveis – que vivem este dia a dia, são observadores e atentos às necessidades de seu cliente – que estão entregando este conteúdo.

E você, Corretor, está fazendo o que?! Ao compartilhar suas histórias, erros e acertos, experiências boas e ruins, você impulsiona o crescimento do mercado e de futuros profissionais!

Você é um gerador de conteúdo! Quem conhece o mercado é você. Identifique qual o formato correto para transmitir ao seu cliente todo o conhecimento que você possui, pois é desta forma que você vai conquistar a confiança dos seus clientes.

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