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Caixa anuncia inclusão de custos de cartório e ITBI em financiamentos da casa própria

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A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (2) a inclusão das custas cartoriais e despesas de ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) nos financiamentos de imóveis feitos no banco. Essa medida vale para todas as operações residenciais com recursos do FGTS e, nas operações com recursos da poupança (SBPE), para imóveis com valor de avaliação de até R$ 1,5 milhão.

Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, em abril, foram assinados 3 mil contratos pilotos incluindo as taxas de cartórios nos empréstimos e, a partir desta quinta, está liberado para todas as famílias.

Atualmente, o custo médio para registro do imóvel nos cartórios varia de 2% a 5% do valor da unidade conforme a região, e essas taxas são pagas pelo próprio cliente nos trâmites de registro do contrato de financiamento habitacional, segundo a Caixa.

O limite de financiamento dessas taxas será de 5% sobre o valor financiado para financiamentos contratados com recursos SBPE e de 4% com recursos do FGTS.

“O valor total do contrato do cliente (valor relativo à compra do imóvel + financiamento das custas cartorárias e ITBI) deve estar dentro dos limites aprovados, observando-se sua capacidade de pagamento e o valor máximo permitido para o programa em que ele se enquadra”, informou a Caixa em nota.

A Caixa calcula que a liquidez gerada pela medida por aliviar esse custo para as famílias ao incluírem essas taxas no próprio financiamento habitacional será de R$ 400 milhões por mês e R$ 5 bilhões por ano.

Segundo Guimarães, já houve adesão de cartórios de 14 estados. “Vamos acelerar porque vai ser uma demanda da sociedade e certamente novos cartórios vão aderir, e até outros bancos implantarão a medida”, disse.

Ainda de acordo com o presidente da Caixa, as agências estão prontas para fazer os financiamentos incluindo as custas cartoriais.

Registro eletrônico de escrituras

Outra medida anunciada foi o registro eletrônico de escrituras para contratos pessoa física de empreendimentos financiados na Caixa, que será realizado de forma eletrônica com troca de arquivos de dados estruturados entre o banco e o respectivo Cartório de Registro de Imóveis. A adesão ao novo registro será possível a partir de 13 de julho. O registro eletrônico dispensará a necessidade de recebimento do contrato físico pelo cartório.

O processo se dará por meio da Plataforma Centralizada do Colégio do Registro de Imóveis, habilitada inicialmente para a participação das demais Centrais de Serviços Eletrônicos Compartilhados dos Estados e do Distrito Federal, que funcionarão de forma padronizada.

De acordo com a Caixa, a medida permitirá acelerar o registro das operações, que antes levava em torno de 45 dias e agora poderá ser finalizado, em média, em 5 dias.

Medidas para construtoras

O pacote anunciado trouxe ainda a flexibilização da comercialização mínima de 30% para 15% para novos empreendimentos das empresas. O objetivo é fomentar o mercado imobiliário para lançamento de novos empreendimentos.

As outras medidas são a possibilidade de contratação da produção de empreendimentos sem exigência de execução prévia de obras e de destinação dos recursos provenientes das vendas das unidades habitacionais para pagamento dos encargos mensais.

A expectativa da Caixa é contratar 1.280 novos empreendimentos, o que representa 156 mil novas moradias e 485 mil empregos diretos e indiretos.

Pausa nas prestações

A Caixa já havia divulgado em maio o aumento da pausa para 4 meses no financiamento habitacional para clientes com até duas parcelas em atraso, além do prazo de carência de 6 meses para contratos de financiamento de imóveis novos e a renegociação de contratos com clientes em atraso entre 61 e 180 dias, permitindo pausa ou pagamento parcial das prestações.

Até o momento, mais de 2,4 milhões de mutuários solicitaram a pausa na prestação habitacional. Durante o período de pausa, o contrato não está isento da incidência de juros, seguros e taxas. Os valores dos encargos pausados são acrescidos ao saldo devedor do contrato.

Outros 26 mil novos contratos com carência de 6 meses para a 1ª prestação foram fechados, segundo a Caixa.

Crescimento nos financiamentos

Guimarães anunciou o crescimento das contratações de financiamentos para casa própria entre janeiro e junho, em meio à pandemia. O volume foi 22% superior na liberação de crédito em relação a mesmo período de 2019 – de R$ 39,61 para R$ 48,21 bilhões. Somente em junho, foram liberados R$ 11,1 bilhões para financiamentos habitacionais.

O banco passou a ter 41% na participação no mercado do crédito imobiliário no país com recursos da poupança – aumento de 78% em relação a 2019, no período de janeiro a maio.

“Muita gente aproveitou o preço menor e a facilidade da carência de 6 meses. Foram os melhores meses dos últimos 4 anos”, disse Guimarães.

Fonte Portal G1

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CARTA AOS CORRETORES DE IMÓVEIS DO BRASIL

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Ilustres Colegas,

Ainda em 1988, quando eu era Diretor Secretário do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI), sob o comando do saudoso Presidente Waldir Francisco Luciano, iniciamos contato com a Secretaria do Patrimônio da União, no intuito de obter autorização legal para que os imóveis da União, alugados ou em desuso, pudessem ser vendidos diretamente com a intermediação dos Corretores de Imóveis. Desde então, nunca desistimos dessa luta.

Hoje, finalmente, vimos consagrado nosso esforço com a sanção da Lei nº 14.011, de 10 de julho de 2020, cuja transcrição do que mais nos interessa segue abaixo. É motivo de comemoração! Especialmente num momento em que todos estamos fragilizados em nossas rendas por conta dos reveses trazidos pela pandemia do COVID-19. O esforço é de todos nós, mas alguns destaques são necessários.

Desde a instituição do atual governo federal, nosso Conselheiro Aurélio Cápua Dallapícula, CRECI/ES, e a atual Presidente da Federação Nacional dos Corretores de Imóveis (FENACI), Lucimar Alves Elias, vêm trabalhando pela causa. Em 24/10/2019, reunimo-nos com o Gal. Wagner Gonçalves, Superintendente do SPU/DF.

Em 23/12/2019, reunimo-nos no Ministério da Economia com o Secretário Adjunto da SPU, Gal. Mauro Filho, com José Augusto Viana, VP do COFECI, Aurélio Dallapícula e Lucimar Elias. Resultado: inclusão no texto da MP 915 da autorização para que pudéssemos intermediar a venda direta dos imóveis da União e as avaliações pudessem ser feitas por Avaliadores inscritos no CNAI (infelizmente, excluída pelo Congresso). Por várias vezes, reunimo-nos na sede da SPU e no Ministério da Economia. Por isso, louvamos o esforço desses valorosos colegas.

Louvamos também o esforço do Deputado Federal Laércio Oliveira, Presidente de nossa Frente Parlamentar, que promoveu reunião com o MinistroChefe da Secretaria de Governo,Gal. da reserva Luiz Eduardo Ramos e o próprio Presidente Jair Bolsonaro, com a presença do Conselheiro Aurélio Dallapícula, quando consolidamos o apoio governamental ao nosso pleito. Nossos agradecimentos a essas nobres autoridades.

Mas a luta não acabou. Ainda trabalhamos para que as avaliações possam ser feitas por Avaliadores inscritos no CNAI e temos, ainda, de firmar o convênio de cooperação com a Secretaria do Patrimônio da União, da mesma forma com que firmamos com a CAIXA. A venda direta, de acordo com a lei, só pode ser disponibilizada depois de frustradas duas tentativas de venda por meio de concorrência ou leilão público.

Concluímos agradecendo a Deus e parabenizando a toda a Diretoria e Conselheiros do COFECI, assim como aos Presidentes, Diretores e Conselheiros Regionais que, na medida da possibilidade de cada um, contribuíram para a consecução de nossos objetivos comuns.

Respeitosamente.

João Teodoro da Silva

Presidente – Sistema Cofeci-Creci – junho/2020

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O poder do conteúdo do corretor de imóveis

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Que tempos estamos vivendo, não é mesmo? Há alguns meses, estávamos agendando uma reunião com apertos de mão, abraços e um bom café compartilhado! Contudo, devido ao cenário mundial, tivemos que nos readaptar e enfrentar uma nova realidade.

As pessoas sempre me falavam ­­sobre “produção de conteúdo”, mas eu ficava me perguntando: como iria encontrar tempo e informações para produzir conteúdo e disponibilizar tudo isso? Porém, observei durante este período de isolamento que o corretor de imóveis é puro conteúdo!

Nas páginas de mercado imobiliário, há uma enorme quantidade de informação sendo liberada diariamente, e são os próprios corretores de imóveis – que vivem este dia a dia, são observadores e atentos às necessidades de seu cliente – que estão entregando este conteúdo.

E você, Corretor, está fazendo o que?! Ao compartilhar suas histórias, erros e acertos, experiências boas e ruins, você impulsiona o crescimento do mercado e de futuros profissionais!

Você é um gerador de conteúdo! Quem conhece o mercado é você. Identifique qual o formato correto para transmitir ao seu cliente todo o conhecimento que você possui, pois é desta forma que você vai conquistar a confiança dos seus clientes.

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O que é avaliação mercadológica de um imóvel?

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É a definição precisa do valor de um imóvel através de fundamentação técnicas e metodologias de aferição. A avaliação mercadológica vai muito além da mera comparação de preços entre imóveis similares. Ela utiliza uma gama muito maior de dados, evidências e cálculos para chegar a um valor realmente preciso.

O Laudo de Avaliação ou Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica é o documento que reúne os dados e conclusões resultantes do estudo do imóvel. Serve para definir, com precisão, o valor de um imóvel e assim por fim a conflitos sobre o preço de um bem. 

Na compra, venda ou aluguel de imóvel, o valor é muito variável. Para se ter uma negociação justa e sem prejudicar nenhuma das partes, o ideal é que se tenha um Laudo de Avaliação Mercadológico do Imóvel preciso e que leve em consideração todos os fatores, a fim de se chegar a um bom acordo para ambas as partes.

Mas quem precisa de uma avaliação de imóvel? Pessoas que estão em vias de efetuar alguma transação imobiliária, tais como compra, venda ou aluguel de imóvel. 

A avaliação mercadológica é recomendada em casos que existe a necessidade de eliminar discrepâncias no valor real do bem para realizar um negócio justo e sem perdas. Como empresas que necessitam da comprovação e avaliação patrimonial (exemplo: processos de fusões, cisões, ou incorporações) e também escritórios de advocacia ou advogados que necessitam de um laudo pericial para seus clientes em litígio ou processo civil.

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MP que facilita venda de imóveis da União vai a sanção Fonte: Agência Senado

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O Plenário do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (19) o projeto de lei de conversão (PLV 9/2020) da Medida Provisória (MP) 915/2019, que facilita a venda de imóveis da União ao mudar vários procedimentos sobre avaliação do preço mínimo e permitir desconto maior no caso de leilão fracassado. Foram 64 votos favoráveis, 12 contrários e 1 abstenção. A matéria segue para sanção presidencial.

O texto aprovado permite ao governo conceder desconto de 25% sobre o valor inicial de imóvel à venda já na segunda tentativa de leilão. Atualmente, o desconto, de 10%, somente pode ser ofertado na terceira tentativa de leilão e apenas para imóveis de até R$ 5 milhões. 

O relator em Plenário foi o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que votou pela aprovação do PLV como veio da Câmara, sem alterações. Ele afirmou que a medida é “muito importante para a desburocratização, a simplificação e a modernização da gestão e da alienação de imóveis da União num momento em que o Brasil precisa muito”.

Em seu relatório, Pacheco afirma que “o PLV promove diversos aprimoramentos no arcabouço jurídico em matéria de gestão patrimonial. O objetivo dele é exatamente permitir que esses imóveis possam ter uma gestão cada vez mais eficiente, de forma que os nossos cidadãos usufruam os benefícios desse patrimônio dentro da regularidade jurídica”.

Outra facilidade para o comprador prevista no texto aprovado é a permissão de venda direta, por intermédio de corretores de imóveis, caso o leilão tenha fracassado por duas vezes. O desconto de 25% continua valendo. Em leilões eletrônicos, a Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU) poderá aplicar descontos sucessivos até o limite de 25%. Esses descontos também poderão ser aplicados na venda direta de templos para seus ocupantes.

O texto que vai a sanção também permite a venda, sem licitação, de partes de rios e lagos de domínio da União para quem tiver projeto de aquicultura aprovado perante a Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e outros órgãos competentes. Esse trecho foi incluído na Câmara por emenda do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO). A Câmara também acatou emenda do senador Izalci Lucas (PSDB-DF) para possibilitar a simplificação dos procedimentos de estudos ambientais para empreendimentos de baixo risco. 

Avaliação

Para realizar a avaliação do valor venal do imóvel, além de empresas privadas contratadas por licitação, poderão participar, com dispensa de licitação, a Caixa Econômica Federal e órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta dos três níveis de governo (federal, estadual e municipal) cuja atividade fim seja o desenvolvimento urbano ou imobiliário.

Empresas especializadas cujos sócios sejam parentes até o terceiro grau de servidores de secretarias envolvidas serão proibidas de participar da avaliação de imóveis da União. As secretarias são as de Governança do Patrimônio e de Desestatização, Desinvestimento e Mercados, ambas do Ministério da Economia.

O método para avaliar o valor do imóvel, seja para o pagamento de foros, laudêmios, taxa de ocupação ou para venda seguirá levantamento estatístico encontrado com base em pesquisa mercadológica. Em vez de seguir o valor venal fornecido por municípios para imóveis urbanos e pelo Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para imóveis rurais, a secretaria apenas usará esses valores como subsídio para fazer sua própria planta de valores.

Nesse sentido, municípios e Distrito Federal não mais serão penalizados com a perda de 20% das taxas e foros pagos em terras da União em seus territórios caso não mandem as informações. Visitas presenciais também estão dispensadas, e o laudo de avaliação poderá prever valores para venda em prazo inferior à média do mercado. 

Floresta nacional

Por 69 votos a 3, os senadores decidiram impugnar e retirar do texto do PLV emenda incluída pela Câmara dos Deputados que alteraria área da Floresta Nacional de Brasília. Os senadores consideraram que o trecho incluído pelo deputados federais era matéria estranha ao texto original da MP. Assim, o art. 9º foi considerado não escrito no PLV e a matéria pode seguir para sanção sem precisar voltar à Câmara.

Esse artigo havia sido incluído pela Câmara com aprovação de emenda de autoria das deputadas federais Celina Leão (PP-DF) e Flávia Arruda (PL-DF). O texto recusado pelos senadores pretendia retirar área de 996 hectares da Floresta Nacional de Brasília ocupada antes mesmo de sua conversão em unidade de conservação. 

A impugnação foi feita por meio da aprovação de requerimento do PSD e da Rede. O líder do PSD, senador Otto Alencar (BA), disse que a floresta é uma área ambiental muito importante do Distrito Federal e que 996 hectares equivalem a quase mil campos de futebol. Ele acrescentou que já há decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que não é possível promover alteração em áreas de proteção ambiental por meio de medida provisória.

O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) chamou o art. 9º de “jabuti, contrabando legislativo” e “flagrantemente inconstitucional”. Lembrando a decisão do STF, ele afirmou que “MPs não são instrumentos legítimos para desafetar áreas de proteção ambiental”. Contarato é presidente da Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado.

O senador Izalci Lucas explicou que alteração de área de proteção ambiental não pode mesmo ser feita por MP, mas disse que a mudança na Floresta Nacional de Brasília é necessária, visto que a área em questão é habitada por mais de 40 mil pessoas há muitos anos. Izalci garantiu que vai apresentar um projeto de lei complementar para regular essa desafetação, prevendo área para compensar a floresta, baseado em estudos do Ibama e do ICMBio.

Fundo imobiliário

O texto aprovado prevê o uso de fundo imobiliário de administração de imóveis da União para a regularização fundiária rural ou urbana. Esse fundo foi criado em 2015 para gerenciar o aluguel ou os recursos de venda de imóveis da União listados para essa finalidade na ocasião. Pela Lei 13.240, de 2015, suas cotas podem inclusive ser negociadas em bolsas de valores.

O texto prevê que os imóveis regularizados sejam vendidos ou cedidos gratuitamente a seus ocupantes, com ressarcimento ao fundo dos encargos de aprovação de projetos de parcelamento e de registro dos imóveis. Também permite ao fundo vender imóveis da União não ocupados dentro da área de regularização para amortizar os custos e financiar obras de infraestrutura se houver interesse público.

Correção

Quanto ao índice de correção da planta de valores da secretaria para lançamento de débitos de foro e taxas, o texto limita a cinco vezes a variação do IPCA do ano anterior. Esse mesmo limite de correção deverá ser aplicado para corrigir inconsistências dos imóveis cadastrados.

Para vendas de terrenos em área urbana de até 250 metros quadrados e em áreas rurais de até um módulo fiscal, a venda poderá ser somente pelo valor da planta. Em imóveis da União sob o regime de foro ou ocupação, o projeto de lei de conversão permite ao governo desistir da multa aplicável ao ocupante pela construção, obra, cerca ou benfeitorias não autorizadas caso deseje mantê-las sem indenização.

Venda simplificada

O Ministério da Economia poderá definir limite de valor de imóveis sob o regime enfitêutico (arrendamento por prazo longo) até o qual será autorizada a venda direta ao foreiro se ele estiver regularmente cadastrado e adimplente. Essa venda direta ocorrerá pelo valor da planta encontrada pela SPU.

O Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs) poderá definir as regras de venda de seus imóveis residenciais quando forem vendidos diretamente a seus ocupantes.

O texto aprovado também permite ao contribuinte com dívida ativa perante a União quitar o débito dando em pagamento imóvel que esteja localizado em área com calamidade pública reconhecida pelo Executivo federal em virtude de desastre natural ou provocado pelo homem.

O imóvel será aceito se o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) considerar que ele tem valor histórico, cultural, artístico, turístico ou paisagístico. As atividades empresariais do devedor e proprietário do imóvel devem se situar na área afetada pelo desastre. Se a dívida estiver sendo questionada, o interessado poderá desistir da discussão e pedir sua inclusão na dívida ativa para realizar a transação.

Nos desastres provocados pelo homem, eventuais indenizações devidas ficarão com a União. Não serão aceitos imóveis de difícil venda, inservíveis ou que não atendam aos critérios de necessidade, utilidade e conveniência a serem avaliados pela administração pública federal.

BNDES

Para executar o plano de venda de ativos imobiliários da União, o texto autoriza a SPU a contratar, com dispensa de licitação, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O banco receberá até 3% da receita gerada, seja na forma de remuneração fixa ou variável ou uma combinação de ambas, além do ressarcimento de gastos com terceiros para tocar o plano.

O BNDES poderá atuar em todos os níveis, desde a execução de ações de cadastramento, regularização e avaliação até na venda, que poderá ocorrer inclusive por meio de permuta, cessão ou concessão de direito real de uso ou constituição de fundos de investimento imobiliário.

O texto aprovado permite ao governo vender imóveis por lote se recomendado por parecer técnico em razão de maior valorização dos bens e maior liquidez em relação à venda isolada. A venda por lote somente será permitida depois do fim do estado de calamidade pública decorrente da pandemia de covid-19.

Atualmente, a Lei 9.636, de 1998 permite a participação de estados e municípios na identificação, na demarcação, no cadastramento e na fiscalização de áreas do patrimônio da União ou até mesmo na execução de parcelamentos e urbanização. O PLV acrescenta a permissão para esses entes federados atuarem na venda dos imóveis com ressarcimento total dos custos por meio das receitas obtidas. Isso valerá inclusive para venda em lote.

No caso de regularizações, o interessado que comprar a área por ele ocupada poderá desmembrá-la para vender uma parte e pagar os custos do procedimento. Se estiver em dia com as taxas de ocupação, essas taxas poderão ser revertidas para amortizar os custos da regularização no momento da venda.

Contrato

O texto aprovado permite ao governo, seguindo a Lei de Licitações (Lei 8.666, de 1993), contratar empresa para gerir a ocupação de imóveis públicos. O contrato pode abranger serviços de gerenciamento e manutenção, inclusive com fornecimento dos equipamentos, materiais e outros serviços, além da realização de obras para adequação. Quando incluir obras e fornecimento de bens, poderá ser por até 20 anos, e a propriedade será do contratante.

Quando o contrato de gestão for para projetos de habitação de interesse social, o Ministério do Desenvolvimento Regional deverá especificar em edital quais as condições a serem seguidas.

INSS

O texto aprovado também reformula regras para gerenciamento de imóveis do Fundo do Regime Geral de Previdência Social (FRGPS).

Enquanto a lei atual prevê a gestão de todos os imóveis do INSS pela SPU, o PLV restringe somente àqueles considerados não operacionais, ou seja, que não servem ao órgão na forma de agência de atendimento ou para administração, por exemplo. A ideia é transformar, sempre que possível, os imóveis em dinheiro a ser direcionado ao fundo.

Os imóveis com baixo potencial de venda ou de aproveitamento econômico poderão ser destinados a programas habitacionais e de regularização fundiária destinados à população de baixa renda. Nesse caso, a SPU deverá recompor o fundo por meio de permuta de imóveis com valor equivalente. Caberá ao FRGPS arcar com as despesas de conservação, avaliação e administração dos imóveis de seu patrimônio imobiliário.

Destaques rejeitados

O Plenário do Senado também rejeitou dois destaques que pediam retirada de trechos do PLV. O destaque apresentado pelo líder do PT, senador Rogério Carvalho (SE), pretendia retirar do texto aprovado a permissão de empresas privadas serem contratadas para avaliar imóveis, mas foi derrotado por 51 votos a 25.

O destaque da líder do Cidadania, senadora Eliziane Gama (MA), derrotado por 52 votos a 23, pretendia evitar que atos administrativos relacionados à matéria ambiental pudessem ser emitidos por decurso de prazo sem manifestação de órgãos competentes ambientais, de recursos hídricos, de política minerária, de política indigenista e de políticas de proteção às populações tradicionais e ao patrimônio cultural. 

— O processo de alienação de imóveis é uma das alternativas identificadas para minimizar a existência de inúmeros imóveis da União em situação de abandono, que demandam altos custos com manutenção sem nenhuma contrapartida de geração de receitas. Esses imóveis são alvos de invasões, depredações e outras situações que impactam a gestão patrimonial pela SPU. Há um conjunto importante de imóveis em risco de iminente colapso, colocando em risco a vida de pessoas, com destruição do meio ambiente e a perda do patrimônio público — afirmou o líder do governo no Senado, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), ao defender a aprovação do PLV sem alterações.

Com informações da Agência Câmara de Notícias

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Caixa amplia prazo de pausa da prestação de imóveis para 120 dias

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Valendo a partir desta segunda-feira (18), a Caixa Econômica Federal permite a ampliação do prazo de pagamento de financiamento habitacionais, por um período de 120 dias para clientes pessoa física que já solicitaram a suspensão temporária. 

Anteriormente, o período máximo era de 90 dias, e quem decidir solicitar a suspensão temporária das prestações a partir de hoje, já garante os 120 dias de pausa. 

A ampliação do prazo vale para pessoas físicas e jurídicas, e esta condição é válida para os financiamentos à produção de empreendimentos e para os financiamentos de aquisição e construção de imóveis comerciais – individual.

Para o presidente da Caixa, Pedro Duarte Guimarães, “ao estender a pausa na prestação do contrato habitacional para quatro meses, o banco oferece às pessoas e empresas a oportunidade de reprogramar seu orçamento diante das dificuldades que vêm enfrentando nesse período”, comenta. A medida faz parte das ações do banco para oferecer aos clientes alternativas para enfrentar os efeitos causados à economia pela COVID-19.

Quem solicitar a pausa no contrato terá que pagar juros, seguros e taxas, que serão acrescidos ao saldo devedor do contrato. De acordo com o banco, a taxa de juros e o prazo contratados originalmente não sofrem alteração.

Os clientes com pagamentos em dia ou aqueles com pagamentos em atraso por, no máximo, 18 meses, podem solicitar a carência. Clientes que utilizaram o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para abater uma parte da prestação também podem solicitar o serviço. No caso de pessoas jurídicas, a possibilidade de pausa nas prestações é permitida para quem está com, no máximo, duas parcelas (60 dias) em atraso. 

Para solicitar a pausa, basta acessar o aplicativo Habitação CAIXA ou registrar o pedido pelos telefones 3004-1105 (para capitais) e 0800 726 0505 (demais localidades), ou de forma automatizada pelo 0800 726 8068, opções 2-4-2, de segunda a sexta-feira, e aos sábados de 10h às 16h (exceto feriados).

Fonte: UOL

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Avaliações de imóveis para venda e locação crescem quase 60% em 30 dias

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A quantidade de avaliações imobiliárias para precificação dos imóveis para venda ou locação teve alta de 52% em março, em relação a fevereiro, segundo dados da plataforma online Avalion, totalizando mais de 15 acessos diários. Segundo o CEO da startup, Paulo Roberto de Oliveira, o volume de acessos à ferramenta para elaboração de análises mercadológicas e de laudos de avaliação quase triplicou no período.

Para Oliveira, o redirecionamento dos corretores de imóveis para o trabalho home office pelas imobiliárias – respeitando o isolamento domiciliar da quarenta, especialmente para os profissionais do grupo de risco – fez com que os profissionais buscassem ferramentas para manter a atividade de compra e venda de imóveis, mesmo que de forma remota. “Com a severa restrição de pessoas nas ruas a fim de evitar aglomerações e a propagação do vírus, a tecnologia é uma alternativa para que esse profissional se mantenha ativo e produtivo”, argumenta.

As proibições por alguns síndicos e administradoras de condomínio quanto ao acesso e circulação de pessoas externas no condomínio e o receio dos próprios proprietários quanto à visita aos imóveis ocupados também contribuíram para o maior acesso à plataforma online de avaliação imobiliária, segundo Oliveira.

“Diante desse cenário, os profissionais que captam imóveis para locação ou venda precisaram automatizar suas atividades para elaborar seus laudos de avaliação, em substituição ao modo presencial. A quantidade de dados fornecidos e a celeridade na realização do serviço online permitem que o corretor de imóveis consiga atender mais proprietários, preservando a qualidade e, assim, manter ou aumentar seu rendimento mensal”, analisa o CEO do Avalion.

Com medidas de isolamento mais rigorosas e uma oferta mais numerosa e dispersa, os grandes centros urbanos – como Curitiba e São Paulo – foram as cidades brasileiras com o maior número de acessos à plataforma em março, segundo relatório do Avalion. O município de Balneário Camboriú, no litoral catarinense, também se destacou em número de acessos para elaboração de laudos de avaliação imobiliária.

O CEO do Avalion explica que a ferramenta é um facilitador para a realização da pesquisa de avaliação imobiliária, possibilitando a geração de laudos completos e personalizados em minutos. “O corretor pode encontrar o melhor imóvel para o cliente, preparar suas angariações, entender o comportamento de preço do mercado e conhecer a fundo tudo que está disponível para venda e locação em sua região de interesse”, cita.

Para contribuir com a manutenção da atividade laboral dos corretores de imóveis nesse momento de isolamento, preservando a saúde dos profissionais, a startup de avaliação imobiliária liberou o acesso gratuito aos profissionais por um período de 15 dias.

Para Oliveira, a pandemia acelerou o processo de virtualização do mercado imobiliário, o que considera “um caminho sem volta”. “Novas experiências, até mesmo as indesejadas, redefinem comportamentos e atividades, mudando a percepção e transformando os critérios e as escolhas. Solidarizando-se com a sociedade, essa é a chance para o mercado imobiliário ‘mergulhar’ no mundo digital, tornando-se menos burocrático e mais acessível em todas as suas etapas”, opina.

Paulo Roberto, CEO e Founder do Avalion, um jeito novo de avaliar imóveis.

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5 estratégias para a gestão do imobilizado em tempos de Coronavírus

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A pandemia do Coronavírus COVID-19 mudou rapidamente o cenário da economia e as atividades das empresas em diversos países, incluindo o Brasil. Nós, do time Avalion, estamos bastante sensíveis a este momento. A preocupação com a preservação da saúde e da vida humana é legítima e nesse momento temos que adotar medidas preventivas para minimizarmos o efeito dessa crise.

Por outro lado, as empresas e a economia não podem parar, para que os efeitos negativos não sejam tão duros e nocivos para a população. Assim como outras crises, essa também passará em algum momento. É necessário nos prepararmos para superarmos essa fase, pois quem não tomar medidas preventivas agora, poderá sofrer com gargalos e o não cumprimento de metas e prazos.

Pensando nisso, separamos algumas recomendações para negociações neste momento:

  •         Tenha cautela. O ciclo da receita vale para todos.
  •         Analise os impactos dessa situação para as partes envolvidas.
  •         Faça projeções das medidas possíveis a serem tomadas.
  •         Entenda o contexto geral de todas as negociações.
  •         Tome decisões de curto prazo, pois a cada semana/hora/dia as notícias mudam.
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Avaliação Imobiliária, para angariar com exclusividade.

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A indústria imobiliária vem passando por uma grande transformação nos últimos tempos: o setor deixa de ser analógico e passa a ser digital. Nós, corretores de imóveis, queremos otimizar o nosso tempo, dar velocidade ao atendimento ao cliente e entregar o trabalho de uma forma mais profissional, valorizando o nosso trabalho e nos destacando como profissionais. Estar preparado para toda esta transformação é fundamental e é sobre isto que vamos falar.

Meu nome é Paulo Roberto, sou CEO do Avalion, plataforma online de avaliação imobiliária, corretor de imóveis e também Perito e Avaliador de imóveis, trabalhando no segmento há mais de 25 anos e também sou diretor do Avalieja – Avaliação Imobiliária.

Hoje, vamos falar sobre alguns pontos que são fundamentais no mercado das avaliações imobiliárias.

A avaliação imobiliária é uma atividade importante do processo de locação, de compra e venda. Ela exige credibilidade e precisão para a sua elaboração e responsabilidade por parte dos profissionais que se dedicam a essa tarefa.

A empatia é o primeiro passo para a realização de um bom trabalho de avaliação imobiliária. É fundamental entender que, do outro lado, temos alguém que possui um bem e que esta pessoa necessita do seu conhecimento para encontrar o valor real do seu imóvel.

Por isso, quando efetuamos uma avaliação imobiliária, devemos ter a consciência e o cuidado de que não estamos precificando o imóvel apenas para realizar uma venda, mas sim, para realizar o melhor negócio para o nosso cliente. Não se trata de comissão ou honorários. Trata-se de atendimento ao cliente e a prática da excelência.

Nesse momento em que somos procurados para realizar esse trabalho, devemos estabelecer um diálogo muito claro com o cliente, entender as suas necessidades e identificar – através de uma entrevista ou de perguntas, qual o tipo de imóvel, localização e o objetivo desta avaliação.

Esse também é o momento para você, identificar se na região existem amostras suficientes e definir o método que vai utilizar para executar o trabalho. Também é o momento para se posicionar sobre o prazo e o tempo de execução do serviço para melhor precifica-lo.

Em nossas avaliações como corretores ou peritos imobiliários, o método mais indicado para realizar a avaliação de um imóvel é o comparativo direto de dados, em que comparamos os imóveis que são similares, quer sejam em número de pavimentos, idade, acabamentos, infraestrutura ou outros aspectos.

Tendo o orçamento aprovado pelo cliente e as condições ratificadas, o próximo passo, é a visita ao imóvel. Essa é uma parte muito importante na avaliação imobiliária, pois é nesta visita que você vai conhecer o imóvel, acabamentos, detalhes, se está em condomínio, verificar toda a infraestrutura, pontos fortes e pontos fracos. Para enriquecer esse levantamento, vale pedir para o proprietário acompanhar a vistoria e anotar as impressões que ele tem do imóvel e detalhes que vai compartilhar.

Quando elaboramos uma avaliação, que podemos utilizar para angariação ou captação, é importante que você tenha em mente que seu trabalho deverá ser diferente do outro profissional, deverá se destacar e com isto fazer com que este cliente te veja com outros olhos. Lembre se que o combustível agora é a informação, então, esteja preparado, faça um trabalho personalizado.

Ao visitar o imóvel, você também conhece a região onde ele está inserido. É importante conhecer o bairro e levantar o máximo de informações sobre a região, adicionado essas informações no laudo. Lembre se que muitas vezes temos ótimos imóveis construídos em regiões onde a renda é baixa ou há menos segurança e que essas considerações também devem fazer parte no seu trabalho de avaliação do imóvel.

A visita deve ser fotografada. Eu geralmente fotografo tudo e também faço uso do gravador de voz do celular para alguns detalhes. Essas ferramentas tornam o trabalho mais fácil e ágil. Não esqueça que as fotos devem ser em alta definição. Se você não tem prática em fotografia, deixe sua máquina no automático, procure cursos on-line ou contrate um fotógrafo para executar esse trabalho. Provisione esse investimento quando da apresentação da proposta de serviço.Feita a visita e com as fotos já nos seus arquivos, vem a etapa da pesquisa: buscar através de sites, portais e imobiliárias os imóveis que estão em divulgação na região do imóvel avaliado.

Você pode me perguntar: por que imóveis em divulgação? Já que geralmente eles estão com preços muito mais altos? Como ter a certeza de que os imóveis vendidos estão com os seus preços sendo lançados de forma correta, ou seja, foram registrados pelo valor certo? E, mesmo que o valor seja correto, em uma cultura onde existem flutuações das mais diversas, será que o imóvel que foi vendido no final de um ano, deverá estar com o mesmo preço no ano seguinte?

Não é possível ter certeza sobre o valor negociado do imóvel para venda. Uma regra utilizada para balizar essa avaliação e corrigir possíveis distorções é considerar que, geralmente, os imóveis em divulgação estão com valores entre 10 a 15 % acima do preço real de mercado.

Nesta fase da avaliação, você deve identificar os imóveis similares ao que você está avaliando quanto a: número de pavimentos, acabamento externo, bairro, raio de busca e outros parâmetros que julgar convenientes para a análise. Se for imóvel em condomínio, também é importante identificar a infraestrutura deste edifício.

Se todas as informações que você precisa não estiverem no site ou no anúncio do imóvel, entre em contato com a imobiliária ou anunciante, identifique-se e faça as perguntas pertinentes, sempre lembrando de avisar a quem atendeu ao telefone que você está em busca de informações para pesquisa. Assim, o corretor da vez não perde ligação.

Levantadas as informações do imóvel que você está avaliando e dos concorrentes, é hora de configurar e preparar o laudo de avaliação que será apresentado ao cliente. Nesse momento, devemos ser muito cuidadosos, observar todas as informações inseridas, fotos, dados, formato e até a existência de erros de português.

No momento da apresentação, valem destacar as principais informações inseridas, chamando a atenção do cliente para os pontos mais relevantes, e mostrar a ele todo o caminho realizado por você para chegar ao valor final do imóvel, desde a visita até ao a elaboração do laudo.

Desse modo, além de entregar o serviço que foi contratado, ou seja, o laudo com a avaliação do imóvel, você também ajuda o cliente a entender como funciona o processo. Isso confere mais credibilidade ao trabalho realizado por você, já que as dúvidas são esclarecidas ao longo da apresentação, e reduz a probabilidade de questionamentos quanto ao resultado final.

Avaliação imobiliária é isto, estudar, pesquisar, alinhar e entregar um trabalho com qualidade, responsabilidade e acima de tudo muito cuidado. 

Texto de Paulo Roberto – Founder e CEO do Avalion, um novo jeito de avaliar imóveis

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Por que avaliações imobiliárias são importantes em casos de divisão de bens?

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A partilha de bens está entre os conflitos mais comuns de famílias pelo Brasil. Em casos de divórcio, por exemplo, o valor do bem imóvel é sempre um assunto que rende discussões. 

Em casos de divórcio em que há discordância no valor de um bem imóvel, o Laudo de Avaliação de Imóvel é imprescindível para a resolução do conflito. Ao emitir o parecer, o profissional realiza o cálculo do valor do patrimônio com base em conhecimentos técnicos e mercadológicos, garantindo um cálculo preciso. Em um litígio – ou seja, quando há conflitos de interesse – o juiz designa um profissional para emitir um laudo pericial sobre o patrimônio que servirá como prova legal no processo, auxiliando na decisão da partilha. 

Mas, como é realizado o Laudo de Avaliação de Imóvel? Embora possam utilizar métodos de avaliação diferentes, os laudos são baseados na norma nº 14.653 da ABNT, que pré-define os critérios utilizados pelo avaliador. Dentre eles, estão as características: do imóvel – tais como metragem, idade, padrão de acabamento, número de cômodos – do terreno, como topografia, zoneamento; da região, como facilidade de acesso, transporte, existência de áreas comerciais nas redondezas, etc. Além de questões mercadológicas como tendências do setor e à liquidez do bem.

Também é importante ter uma análise jurídica sobre a documentação do imóvel, como: documentos de matrícula, IPTU, readequação e atualização de documentos, entre outros. Ainda com dúvidas sobre avaliação de imóveis para partilha de bens? Deixe um comentário ou entre em contato. Nossos especialistas terão o prazer de lhe orientar!

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