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Caixa anuncia inclusão de custos de cartório e ITBI em financiamentos da casa própria

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A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (2) a inclusão das custas cartoriais e despesas de ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) nos financiamentos de imóveis feitos no banco. Essa medida vale para todas as operações residenciais com recursos do FGTS e, nas operações com recursos da poupança (SBPE), para imóveis com valor de avaliação de até R$ 1,5 milhão.

Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, em abril, foram assinados 3 mil contratos pilotos incluindo as taxas de cartórios nos empréstimos e, a partir desta quinta, está liberado para todas as famílias.

Atualmente, o custo médio para registro do imóvel nos cartórios varia de 2% a 5% do valor da unidade conforme a região, e essas taxas são pagas pelo próprio cliente nos trâmites de registro do contrato de financiamento habitacional, segundo a Caixa.

O limite de financiamento dessas taxas será de 5% sobre o valor financiado para financiamentos contratados com recursos SBPE e de 4% com recursos do FGTS.

“O valor total do contrato do cliente (valor relativo à compra do imóvel + financiamento das custas cartorárias e ITBI) deve estar dentro dos limites aprovados, observando-se sua capacidade de pagamento e o valor máximo permitido para o programa em que ele se enquadra”, informou a Caixa em nota.

A Caixa calcula que a liquidez gerada pela medida por aliviar esse custo para as famílias ao incluírem essas taxas no próprio financiamento habitacional será de R$ 400 milhões por mês e R$ 5 bilhões por ano.

Segundo Guimarães, já houve adesão de cartórios de 14 estados. “Vamos acelerar porque vai ser uma demanda da sociedade e certamente novos cartórios vão aderir, e até outros bancos implantarão a medida”, disse.

Ainda de acordo com o presidente da Caixa, as agências estão prontas para fazer os financiamentos incluindo as custas cartoriais.

Registro eletrônico de escrituras

Outra medida anunciada foi o registro eletrônico de escrituras para contratos pessoa física de empreendimentos financiados na Caixa, que será realizado de forma eletrônica com troca de arquivos de dados estruturados entre o banco e o respectivo Cartório de Registro de Imóveis. A adesão ao novo registro será possível a partir de 13 de julho. O registro eletrônico dispensará a necessidade de recebimento do contrato físico pelo cartório.

O processo se dará por meio da Plataforma Centralizada do Colégio do Registro de Imóveis, habilitada inicialmente para a participação das demais Centrais de Serviços Eletrônicos Compartilhados dos Estados e do Distrito Federal, que funcionarão de forma padronizada.

De acordo com a Caixa, a medida permitirá acelerar o registro das operações, que antes levava em torno de 45 dias e agora poderá ser finalizado, em média, em 5 dias.

Medidas para construtoras

O pacote anunciado trouxe ainda a flexibilização da comercialização mínima de 30% para 15% para novos empreendimentos das empresas. O objetivo é fomentar o mercado imobiliário para lançamento de novos empreendimentos.

As outras medidas são a possibilidade de contratação da produção de empreendimentos sem exigência de execução prévia de obras e de destinação dos recursos provenientes das vendas das unidades habitacionais para pagamento dos encargos mensais.

A expectativa da Caixa é contratar 1.280 novos empreendimentos, o que representa 156 mil novas moradias e 485 mil empregos diretos e indiretos.

Pausa nas prestações

A Caixa já havia divulgado em maio o aumento da pausa para 4 meses no financiamento habitacional para clientes com até duas parcelas em atraso, além do prazo de carência de 6 meses para contratos de financiamento de imóveis novos e a renegociação de contratos com clientes em atraso entre 61 e 180 dias, permitindo pausa ou pagamento parcial das prestações.

Até o momento, mais de 2,4 milhões de mutuários solicitaram a pausa na prestação habitacional. Durante o período de pausa, o contrato não está isento da incidência de juros, seguros e taxas. Os valores dos encargos pausados são acrescidos ao saldo devedor do contrato.

Outros 26 mil novos contratos com carência de 6 meses para a 1ª prestação foram fechados, segundo a Caixa.

Crescimento nos financiamentos

Guimarães anunciou o crescimento das contratações de financiamentos para casa própria entre janeiro e junho, em meio à pandemia. O volume foi 22% superior na liberação de crédito em relação a mesmo período de 2019 – de R$ 39,61 para R$ 48,21 bilhões. Somente em junho, foram liberados R$ 11,1 bilhões para financiamentos habitacionais.

O banco passou a ter 41% na participação no mercado do crédito imobiliário no país com recursos da poupança – aumento de 78% em relação a 2019, no período de janeiro a maio.

“Muita gente aproveitou o preço menor e a facilidade da carência de 6 meses. Foram os melhores meses dos últimos 4 anos”, disse Guimarães.

Fonte Portal G1

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CARTA AOS CORRETORES DE IMÓVEIS DO BRASIL

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Ilustres Colegas,

Ainda em 1988, quando eu era Diretor Secretário do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI), sob o comando do saudoso Presidente Waldir Francisco Luciano, iniciamos contato com a Secretaria do Patrimônio da União, no intuito de obter autorização legal para que os imóveis da União, alugados ou em desuso, pudessem ser vendidos diretamente com a intermediação dos Corretores de Imóveis. Desde então, nunca desistimos dessa luta.

Hoje, finalmente, vimos consagrado nosso esforço com a sanção da Lei nº 14.011, de 10 de julho de 2020, cuja transcrição do que mais nos interessa segue abaixo. É motivo de comemoração! Especialmente num momento em que todos estamos fragilizados em nossas rendas por conta dos reveses trazidos pela pandemia do COVID-19. O esforço é de todos nós, mas alguns destaques são necessários.

Desde a instituição do atual governo federal, nosso Conselheiro Aurélio Cápua Dallapícula, CRECI/ES, e a atual Presidente da Federação Nacional dos Corretores de Imóveis (FENACI), Lucimar Alves Elias, vêm trabalhando pela causa. Em 24/10/2019, reunimo-nos com o Gal. Wagner Gonçalves, Superintendente do SPU/DF.

Em 23/12/2019, reunimo-nos no Ministério da Economia com o Secretário Adjunto da SPU, Gal. Mauro Filho, com José Augusto Viana, VP do COFECI, Aurélio Dallapícula e Lucimar Elias. Resultado: inclusão no texto da MP 915 da autorização para que pudéssemos intermediar a venda direta dos imóveis da União e as avaliações pudessem ser feitas por Avaliadores inscritos no CNAI (infelizmente, excluída pelo Congresso). Por várias vezes, reunimo-nos na sede da SPU e no Ministério da Economia. Por isso, louvamos o esforço desses valorosos colegas.

Louvamos também o esforço do Deputado Federal Laércio Oliveira, Presidente de nossa Frente Parlamentar, que promoveu reunião com o MinistroChefe da Secretaria de Governo,Gal. da reserva Luiz Eduardo Ramos e o próprio Presidente Jair Bolsonaro, com a presença do Conselheiro Aurélio Dallapícula, quando consolidamos o apoio governamental ao nosso pleito. Nossos agradecimentos a essas nobres autoridades.

Mas a luta não acabou. Ainda trabalhamos para que as avaliações possam ser feitas por Avaliadores inscritos no CNAI e temos, ainda, de firmar o convênio de cooperação com a Secretaria do Patrimônio da União, da mesma forma com que firmamos com a CAIXA. A venda direta, de acordo com a lei, só pode ser disponibilizada depois de frustradas duas tentativas de venda por meio de concorrência ou leilão público.

Concluímos agradecendo a Deus e parabenizando a toda a Diretoria e Conselheiros do COFECI, assim como aos Presidentes, Diretores e Conselheiros Regionais que, na medida da possibilidade de cada um, contribuíram para a consecução de nossos objetivos comuns.

Respeitosamente.

João Teodoro da Silva

Presidente – Sistema Cofeci-Creci – junho/2020

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O que é avaliação mercadológica de um imóvel?

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É a definição precisa do valor de um imóvel através de fundamentação técnicas e metodologias de aferição. A avaliação mercadológica vai muito além da mera comparação de preços entre imóveis similares. Ela utiliza uma gama muito maior de dados, evidências e cálculos para chegar a um valor realmente preciso.

O Laudo de Avaliação ou Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica é o documento que reúne os dados e conclusões resultantes do estudo do imóvel. Serve para definir, com precisão, o valor de um imóvel e assim por fim a conflitos sobre o preço de um bem. 

Na compra, venda ou aluguel de imóvel, o valor é muito variável. Para se ter uma negociação justa e sem prejudicar nenhuma das partes, o ideal é que se tenha um Laudo de Avaliação Mercadológico do Imóvel preciso e que leve em consideração todos os fatores, a fim de se chegar a um bom acordo para ambas as partes.

Mas quem precisa de uma avaliação de imóvel? Pessoas que estão em vias de efetuar alguma transação imobiliária, tais como compra, venda ou aluguel de imóvel. 

A avaliação mercadológica é recomendada em casos que existe a necessidade de eliminar discrepâncias no valor real do bem para realizar um negócio justo e sem perdas. Como empresas que necessitam da comprovação e avaliação patrimonial (exemplo: processos de fusões, cisões, ou incorporações) e também escritórios de advocacia ou advogados que necessitam de um laudo pericial para seus clientes em litígio ou processo civil.

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Avaliações de imóveis para venda e locação crescem quase 60% em 30 dias

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A quantidade de avaliações imobiliárias para precificação dos imóveis para venda ou locação teve alta de 52% em março, em relação a fevereiro, segundo dados da plataforma online Avalion, totalizando mais de 15 acessos diários. Segundo o CEO da startup, Paulo Roberto de Oliveira, o volume de acessos à ferramenta para elaboração de análises mercadológicas e de laudos de avaliação quase triplicou no período.

Para Oliveira, o redirecionamento dos corretores de imóveis para o trabalho home office pelas imobiliárias – respeitando o isolamento domiciliar da quarenta, especialmente para os profissionais do grupo de risco – fez com que os profissionais buscassem ferramentas para manter a atividade de compra e venda de imóveis, mesmo que de forma remota. “Com a severa restrição de pessoas nas ruas a fim de evitar aglomerações e a propagação do vírus, a tecnologia é uma alternativa para que esse profissional se mantenha ativo e produtivo”, argumenta.

As proibições por alguns síndicos e administradoras de condomínio quanto ao acesso e circulação de pessoas externas no condomínio e o receio dos próprios proprietários quanto à visita aos imóveis ocupados também contribuíram para o maior acesso à plataforma online de avaliação imobiliária, segundo Oliveira.

“Diante desse cenário, os profissionais que captam imóveis para locação ou venda precisaram automatizar suas atividades para elaborar seus laudos de avaliação, em substituição ao modo presencial. A quantidade de dados fornecidos e a celeridade na realização do serviço online permitem que o corretor de imóveis consiga atender mais proprietários, preservando a qualidade e, assim, manter ou aumentar seu rendimento mensal”, analisa o CEO do Avalion.

Com medidas de isolamento mais rigorosas e uma oferta mais numerosa e dispersa, os grandes centros urbanos – como Curitiba e São Paulo – foram as cidades brasileiras com o maior número de acessos à plataforma em março, segundo relatório do Avalion. O município de Balneário Camboriú, no litoral catarinense, também se destacou em número de acessos para elaboração de laudos de avaliação imobiliária.

O CEO do Avalion explica que a ferramenta é um facilitador para a realização da pesquisa de avaliação imobiliária, possibilitando a geração de laudos completos e personalizados em minutos. “O corretor pode encontrar o melhor imóvel para o cliente, preparar suas angariações, entender o comportamento de preço do mercado e conhecer a fundo tudo que está disponível para venda e locação em sua região de interesse”, cita.

Para contribuir com a manutenção da atividade laboral dos corretores de imóveis nesse momento de isolamento, preservando a saúde dos profissionais, a startup de avaliação imobiliária liberou o acesso gratuito aos profissionais por um período de 15 dias.

Para Oliveira, a pandemia acelerou o processo de virtualização do mercado imobiliário, o que considera “um caminho sem volta”. “Novas experiências, até mesmo as indesejadas, redefinem comportamentos e atividades, mudando a percepção e transformando os critérios e as escolhas. Solidarizando-se com a sociedade, essa é a chance para o mercado imobiliário ‘mergulhar’ no mundo digital, tornando-se menos burocrático e mais acessível em todas as suas etapas”, opina.

Paulo Roberto, CEO e Founder do Avalion, um jeito novo de avaliar imóveis.

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5 estratégias para a gestão do imobilizado em tempos de Coronavírus

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A pandemia do Coronavírus COVID-19 mudou rapidamente o cenário da economia e as atividades das empresas em diversos países, incluindo o Brasil. Nós, do time Avalion, estamos bastante sensíveis a este momento. A preocupação com a preservação da saúde e da vida humana é legítima e nesse momento temos que adotar medidas preventivas para minimizarmos o efeito dessa crise.

Por outro lado, as empresas e a economia não podem parar, para que os efeitos negativos não sejam tão duros e nocivos para a população. Assim como outras crises, essa também passará em algum momento. É necessário nos prepararmos para superarmos essa fase, pois quem não tomar medidas preventivas agora, poderá sofrer com gargalos e o não cumprimento de metas e prazos.

Pensando nisso, separamos algumas recomendações para negociações neste momento:

  •         Tenha cautela. O ciclo da receita vale para todos.
  •         Analise os impactos dessa situação para as partes envolvidas.
  •         Faça projeções das medidas possíveis a serem tomadas.
  •         Entenda o contexto geral de todas as negociações.
  •         Tome decisões de curto prazo, pois a cada semana/hora/dia as notícias mudam.
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Avaliação Imobiliária, para angariar com exclusividade.

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A indústria imobiliária vem passando por uma grande transformação nos últimos tempos: o setor deixa de ser analógico e passa a ser digital. Nós, corretores de imóveis, queremos otimizar o nosso tempo, dar velocidade ao atendimento ao cliente e entregar o trabalho de uma forma mais profissional, valorizando o nosso trabalho e nos destacando como profissionais. Estar preparado para toda esta transformação é fundamental e é sobre isto que vamos falar.

Meu nome é Paulo Roberto, sou CEO do Avalion, plataforma online de avaliação imobiliária, corretor de imóveis e também Perito e Avaliador de imóveis, trabalhando no segmento há mais de 25 anos e também sou diretor do Avalieja – Avaliação Imobiliária.

Hoje, vamos falar sobre alguns pontos que são fundamentais no mercado das avaliações imobiliárias.

A avaliação imobiliária é uma atividade importante do processo de locação, de compra e venda. Ela exige credibilidade e precisão para a sua elaboração e responsabilidade por parte dos profissionais que se dedicam a essa tarefa.

A empatia é o primeiro passo para a realização de um bom trabalho de avaliação imobiliária. É fundamental entender que, do outro lado, temos alguém que possui um bem e que esta pessoa necessita do seu conhecimento para encontrar o valor real do seu imóvel.

Por isso, quando efetuamos uma avaliação imobiliária, devemos ter a consciência e o cuidado de que não estamos precificando o imóvel apenas para realizar uma venda, mas sim, para realizar o melhor negócio para o nosso cliente. Não se trata de comissão ou honorários. Trata-se de atendimento ao cliente e a prática da excelência.

Nesse momento em que somos procurados para realizar esse trabalho, devemos estabelecer um diálogo muito claro com o cliente, entender as suas necessidades e identificar – através de uma entrevista ou de perguntas, qual o tipo de imóvel, localização e o objetivo desta avaliação.

Esse também é o momento para você, identificar se na região existem amostras suficientes e definir o método que vai utilizar para executar o trabalho. Também é o momento para se posicionar sobre o prazo e o tempo de execução do serviço para melhor precifica-lo.

Em nossas avaliações como corretores ou peritos imobiliários, o método mais indicado para realizar a avaliação de um imóvel é o comparativo direto de dados, em que comparamos os imóveis que são similares, quer sejam em número de pavimentos, idade, acabamentos, infraestrutura ou outros aspectos.

Tendo o orçamento aprovado pelo cliente e as condições ratificadas, o próximo passo, é a visita ao imóvel. Essa é uma parte muito importante na avaliação imobiliária, pois é nesta visita que você vai conhecer o imóvel, acabamentos, detalhes, se está em condomínio, verificar toda a infraestrutura, pontos fortes e pontos fracos. Para enriquecer esse levantamento, vale pedir para o proprietário acompanhar a vistoria e anotar as impressões que ele tem do imóvel e detalhes que vai compartilhar.

Quando elaboramos uma avaliação, que podemos utilizar para angariação ou captação, é importante que você tenha em mente que seu trabalho deverá ser diferente do outro profissional, deverá se destacar e com isto fazer com que este cliente te veja com outros olhos. Lembre se que o combustível agora é a informação, então, esteja preparado, faça um trabalho personalizado.

Ao visitar o imóvel, você também conhece a região onde ele está inserido. É importante conhecer o bairro e levantar o máximo de informações sobre a região, adicionado essas informações no laudo. Lembre se que muitas vezes temos ótimos imóveis construídos em regiões onde a renda é baixa ou há menos segurança e que essas considerações também devem fazer parte no seu trabalho de avaliação do imóvel.

A visita deve ser fotografada. Eu geralmente fotografo tudo e também faço uso do gravador de voz do celular para alguns detalhes. Essas ferramentas tornam o trabalho mais fácil e ágil. Não esqueça que as fotos devem ser em alta definição. Se você não tem prática em fotografia, deixe sua máquina no automático, procure cursos on-line ou contrate um fotógrafo para executar esse trabalho. Provisione esse investimento quando da apresentação da proposta de serviço.Feita a visita e com as fotos já nos seus arquivos, vem a etapa da pesquisa: buscar através de sites, portais e imobiliárias os imóveis que estão em divulgação na região do imóvel avaliado.

Você pode me perguntar: por que imóveis em divulgação? Já que geralmente eles estão com preços muito mais altos? Como ter a certeza de que os imóveis vendidos estão com os seus preços sendo lançados de forma correta, ou seja, foram registrados pelo valor certo? E, mesmo que o valor seja correto, em uma cultura onde existem flutuações das mais diversas, será que o imóvel que foi vendido no final de um ano, deverá estar com o mesmo preço no ano seguinte?

Não é possível ter certeza sobre o valor negociado do imóvel para venda. Uma regra utilizada para balizar essa avaliação e corrigir possíveis distorções é considerar que, geralmente, os imóveis em divulgação estão com valores entre 10 a 15 % acima do preço real de mercado.

Nesta fase da avaliação, você deve identificar os imóveis similares ao que você está avaliando quanto a: número de pavimentos, acabamento externo, bairro, raio de busca e outros parâmetros que julgar convenientes para a análise. Se for imóvel em condomínio, também é importante identificar a infraestrutura deste edifício.

Se todas as informações que você precisa não estiverem no site ou no anúncio do imóvel, entre em contato com a imobiliária ou anunciante, identifique-se e faça as perguntas pertinentes, sempre lembrando de avisar a quem atendeu ao telefone que você está em busca de informações para pesquisa. Assim, o corretor da vez não perde ligação.

Levantadas as informações do imóvel que você está avaliando e dos concorrentes, é hora de configurar e preparar o laudo de avaliação que será apresentado ao cliente. Nesse momento, devemos ser muito cuidadosos, observar todas as informações inseridas, fotos, dados, formato e até a existência de erros de português.

No momento da apresentação, valem destacar as principais informações inseridas, chamando a atenção do cliente para os pontos mais relevantes, e mostrar a ele todo o caminho realizado por você para chegar ao valor final do imóvel, desde a visita até ao a elaboração do laudo.

Desse modo, além de entregar o serviço que foi contratado, ou seja, o laudo com a avaliação do imóvel, você também ajuda o cliente a entender como funciona o processo. Isso confere mais credibilidade ao trabalho realizado por você, já que as dúvidas são esclarecidas ao longo da apresentação, e reduz a probabilidade de questionamentos quanto ao resultado final.

Avaliação imobiliária é isto, estudar, pesquisar, alinhar e entregar um trabalho com qualidade, responsabilidade e acima de tudo muito cuidado. 

Texto de Paulo Roberto – Founder e CEO do Avalion, um novo jeito de avaliar imóveis

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Por que avaliações imobiliárias são importantes em casos de divisão de bens?

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A partilha de bens está entre os conflitos mais comuns de famílias pelo Brasil. Em casos de divórcio, por exemplo, o valor do bem imóvel é sempre um assunto que rende discussões. 

Em casos de divórcio em que há discordância no valor de um bem imóvel, o Laudo de Avaliação de Imóvel é imprescindível para a resolução do conflito. Ao emitir o parecer, o profissional realiza o cálculo do valor do patrimônio com base em conhecimentos técnicos e mercadológicos, garantindo um cálculo preciso. Em um litígio – ou seja, quando há conflitos de interesse – o juiz designa um profissional para emitir um laudo pericial sobre o patrimônio que servirá como prova legal no processo, auxiliando na decisão da partilha. 

Mas, como é realizado o Laudo de Avaliação de Imóvel? Embora possam utilizar métodos de avaliação diferentes, os laudos são baseados na norma nº 14.653 da ABNT, que pré-define os critérios utilizados pelo avaliador. Dentre eles, estão as características: do imóvel – tais como metragem, idade, padrão de acabamento, número de cômodos – do terreno, como topografia, zoneamento; da região, como facilidade de acesso, transporte, existência de áreas comerciais nas redondezas, etc. Além de questões mercadológicas como tendências do setor e à liquidez do bem.

Também é importante ter uma análise jurídica sobre a documentação do imóvel, como: documentos de matrícula, IPTU, readequação e atualização de documentos, entre outros. Ainda com dúvidas sobre avaliação de imóveis para partilha de bens? Deixe um comentário ou entre em contato. Nossos especialistas terão o prazer de lhe orientar!

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Avaliação de imóvel: O que é e como funciona?

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A avaliação de imóvel é necessária para diversos tipos de situações, pois define exatamente qual é o valor de um imóvel perante o mercado imobiliário. Ela é extremamente importante no processo de compra e venda de uma casa ou apartamento.

Para a avaliação de imóvel acontecer de maneira correta, é preciso levar em consideração alguns parâmetros, tais como: a sua localização, tamanho e acabamentos (padrão construtivo), o seu estado de conservação, quais são as áreas comuns, a quantidade de elevadores, a quantidade de apartamentos por pavimento, se existe uma certa proximidade com metrô, shopping e outros pontos de referência e como é a vizinhança. Esses parâmetros definem exatamente quanto vale um imóvel.

No entanto, dos critérios citados, sem dúvida alguma, o que exige maior atenção do profissional responsável pela avaliação de imóveis é o estado de conservação. Embora as moradias mais novas geralmente estejam com a manutenção em dia, é preciso realizar essa inspeção. Nesse caso, o avaliador compara as condições atuais com as que foram redigidas no memorial descritivo do imóvel.

Em casos de apartamentos mais antigos, alguns aspectos serão observados: revestimentos, pinturas, fachada (portões, grades, portas, janelas, calçamento, entre outros), hidráulica e elétrica, telhado, forro e vidraças.

Deu para entender melhor como funciona a avaliação de imóvel, não é mesmo? Tenha em mente que vale muito a pena realizar esse processo para confirmar o nível de qualidade, bem como definir o preço correto de compra e venda.

Entre em contato com a Avalion!

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A importância da certificação do corretor de imóveis para a credibilidade e assertividade das avaliações imobiliárias

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Quando falamos da indústria imobiliária, identificamos várias etapas de trabalho até o fechamento do negócio, desde a prospecção até a entrega de um empreendimento ou imóvel ao seu usuário final, tornando este processo longo. Dados os diversos conhecimentos que precisam ser empregados para o encadeamento e eficiência de cada uma dessas etapas, o setor passa por um processo de especialização: o profissional estabelece uma relação muito bem definida e detalhada com a sua prestação de serviço, atuando em nichos de mercado.

Isto já está muito presente em mercados maduros como na Europa e Estados Unidos. No Brasil, pode-se afirmar que o marco desse movimento foi a criação do Cadastro Nacional de Avaliadores de Imóveis (CNAI), que certifica os corretores de imóveis, através de um curso, com determinado número de horas, onde o profissional aprende sobre os métodos e regras da avaliação de imóveis. Hoje, são 35 mil corretores de imóveis certificados.

Além disso, a avaliação imobiliária incorpora parâmetros que seguem as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas técnicas), que conferem mais credibilidade e assertividade aos laudos técnicos emitidos e, consequentemente, a valorização profissional do corretor de imóveis, que é seu executor.

Ainda estamos em processo de evolução, mas já começamos a observar que cresce a procura pelo judiciário, bancos e outras organizações pelo corretor de imóveis certificado para a realização da avaliação imobiliária, diferente de tempos atrás, em que essa função era atribuída ao engenheiro ou ao arquiteto.

Hoje, todos eles compartilham deste mesmo mercado, tornando a avaliação de imóveis mais precisa, enquanto balizadora de preços dos ativos, e a negociação mais justa e transparente para todas as partes envolvidas. A troca de ideias e informações entre esses profissionais, com áreas de atuação diversas, também contribui para a melhoria do próprio processo em si.

Essa evolução passa obrigatoriamente pela transformação do profissional, que precisa buscar a atualização permanente para conhecer as normas e tornar o trabalho da avaliação de imóveis sempre atual quanto às técnicas empregadas e alinhado à realidade de mercado. 

É desta forma que ele mudará a visão que a sociedade tem sobre a sua categoria. O trabalho não é fácil. Ao contrário, é árduo e requer muita disciplina. Não poderia ser diferente. De certa forma, estamos preparando o caminho para futuras gerações de avaliadores de imóveis.

Paulo Roberto é fundador da Avalion, startup do mercado imobiliário que oferece ferramentas para a avaliação de imóveis às empresas e profissionais do setor. pauloroberto@avalion.com.br  CRECI. 11974-PR

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A importância da ética para o sucesso das transações imobiliária

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Por Paulo Roberto de Oliveira*

Durante o nosso dia a dia, sempre ouvimos alguém falando sobre ética, porém, o que entendemos sobre isto? O que significa? Sabe-se que ela é a parte da filosofia responsável pela investigação dos princípios que motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o comportamento humano. Além disso, ela tem um papel muito importante na relação do trabalho.

Ela é um conjunto de valores, normas e atitudes que conduzem o comportamento dos profissionais. É por meio dela que um profissional apresenta comportamentos adequados ao ambiente de trabalho, sendo guiado por princípios que impactam diretamente na convivência em grupo.

Na prática, qual a influência da ética em nosso dia a dia? Trabalhamos eticamente? Como é este comportamento no mercado imobiliário onde a pressão pelo fechamento do negócio é um imperativo, ainda mais em cenários de ampla concorrência ou acomodação do setor?

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) tem um Código de Ética, assim como outros conselhos de classe, com uma série de artigos que são de suma importância para os profissionais que desejam exercer essa profissão. Mais do que isso: que querem exercê-la de forma séria, justa e transparente.

É primordial que nós, corretores de imóveis, tenhamos consciência de que temos uma parcela de responsabilidade sobre a nossa conduta. Além de um dever moral, é importante lembrar que cada profissional responde por seus atos de acordo com as determinações do Código Civil e do Código de Defesa do Consumidor.

Em nosso dia a dia devemos ser éticos. Isso pressupõe não utilizar de artimanhas para agilizar a negociação; ter clareza, tanto em atitudes, quanto em palavras; e jamais tentar tirar proveito de uma situação. Ser honesto e ter uma boa relação com os colegas de profissão é essencial.

Quando observamos mercados imobiliários maduros, como Europa e Estados Unidos, em que quase 100% das transações imobiliárias são realizadas no modelo de parceria entre os corretores de imóveis, tanto de quem vende, quanto de quem compra, entendemos que o segredo deste sucesso é apenas um: a Ética.

É através da ética que os profissionais conseguem trabalhar com confiança e permanecer num mercado tão competitivo quanto o imobiliário. A ética é sinônimo de tranquilidade, sucesso e crescimento, pois, agindo segundo esse princípio, todos trabalham de forma transparente, respeitosa e honesta em prol de um objetivo comum: realizar o melhor negócio possível a todas as partes envolvidas na transação imobiliária.

  • CEO do Avalion, startup de avaliação imobiliária.
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