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Mercado imobiliário: especialistas comentam tendências durante e pós-pandemia

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Apesar dos impactos econômicos gerados pela pandemia e a consequente redução do poder aquisitivo sofrida por muitas pessoas, o ramo da construção civil mantém-se em crescimento. Mas, o que o cenário atual mostra é um mercado imobiliário aquecido, com excelentes oportunidades para quem quer investir ou sair do aluguel.

Segundo empresários da área, o ramo imobiliário foi na contramão das previsões e apresentou um reaquecimento este ano. “Apesar da crise econômica e da pandemia, desde 2008 não se tinha um cenário tão favorável à compra de imóveis. A queda histórica da taxa Selic e alguns fatores comportamentais, despertados com a situação atual, criaram um cenário inesperado. Então, ao contrário do que se imaginava no início deste período, vivemos em um grande momento para investir no mercado imobiliário”.

Nos primeiros meses da pandemia, os governos decretaram quarentena no Estados, determinando o fechamento de comércios e limitando o trânsito nos espaços públicos das cidades. Dessa forma, as pessoas ficaram em suas casas e muitas tiveram que se adaptar ao modelo de trabalho remoto. 

De acordo com a pesquisa desenvolvida pelo projeto PandeBuilding, fruto da parceria de três grandes consultorias de inteligência voltada ao setor imobiliário, 35% das pessoas relatam o desejo de mudar de imóvel, sendo que 28% gostariam de um imóvel maior. O reflexo disso é a procura por casas e apartamentos mais espaçosos, tornando o momento perfeito para as negociações e boas aquisições. 

A tendência é que os apartamentos não sejam, necessariamente, mais espaçosos, mas possuam uma estrutura que proporcione a sensação de amplitude. Apartamentos com cozinha e salas de estar e jantar integradas são um bom exemplo disso.

Queda da taxa Selic

Por fim, mas não menos importante, um outro fenômeno inesperado e consequente da pandemia foi a queda histórica da taxa Selic. Chegando a 2% no começo de agosto, ela deve manter-se em torno disso até 2021, segundo as previsões dos economistas. Também conhecida como “juros básicos”, a Selic serve como referência para a definição das taxas de juros bancárias e, consequentemente, para o estabelecimento de preços no mercado. Sendo assim, quando ocorre uma redução no seu percentual, as taxas de juros acompanham a diminuição proporcionalmente. 

Fonte: R7 (adaptado)

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